Sobe o Som: Nonô e Claudionor Germano

Luíza Tiné sab, 08/08/2015 - 15:20

Está se aproximando o Dia dos Pais e para celebrar a ocasião, a coluna escolheu Claudionor e Nonô Germano, pai e filho, grandes nomes do frevo pernambucano, para o Sobe o Som desta semana. A dupla, que em 2015 completa 70 e 30 anos de carreira, respectivamente, nos recebeu em casa para contar um pouco mais sobre a relação familiar nos palcos. Durante o bate-papo, descobrimos que Nonô sempre gostou de cantar desde criança, mas foi apenas aos 12 anos, quando trabalhou com o pai pela primeira vez, que começou a pensar em levar a carreira de artista como profissão. Hoje em dia, mesmo formado em Turismo, Nonô segue os passos do pai, que por sinal, considera seu maior ídolo e inspiração.
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Nonô e Claudior tem uma história de sucesso juntos - apesar de cada um seguir sua agenda e honrar seus compromissos - passando pelos nove anos em freve à Frevioca e também pelo maior bloco do mundo, o Galo da Madrugada, onde por sinal, Nonô se casou, no último mês de fevereiro. Foi também neste mesmo mês que Nonô recebeu das mãos de Claudionor o Bastão do Frevo, passando para ele o título de Rei do ritmo pernambucano. Entre as curiosidades que descobrimos na entrevista, estão os conselhos artísticos de pai para filho por trás dos palcos, o motivo pelo qual Claudionor nunca interferiu na carreira de Nonô, projetos para o futuro, mensagens especiais de um para o outro e pare fechar com chave de ouro, uma palhinha dos dois cantando juntos. Confira no vídeo:

Sobe o Som: Banda Boquita

Luíza Tiné sex, 24/07/2015 - 19:43

Eles eram amigos ainda dos tempos de colégio. Nos intervalos das aulas, com eles, a batucada era garantida! Era o último ano, todos queriam fazer algo diferente, e acima de tudo, continuar com a amizade e bom humor dos tempos do recreio - foi aí que veio a ideia de fazer uma banda e assim, surgiu a Boquita. O grupo é formado por João Victor (vocal), Alberto - Bebeto (bateria), Matheus (baixo), Rafael (violão) e Alvinho (guitarra), que definem o estilo deles como irreverente, já que no palco, fazem uma mistura: mesclam forró com swingueira, brega, arrocha, sertanejo e muito mais. Todos eles são jovens, universitários, estagiários, mas apesar da rotina corrida, levam o trabalho de maneira profissional há um ano e até o final de 2015, já estão com shows marcados para levar o seu som para outros estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina.
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O nome da banda surgiu também pelos corredores do Colégio Motivo. Um dos amigos dos meninos usava a palavra "boca" como gíria para completar as frases e se encaixou para o nome da banda, que com algumas alterações, acabou ficando Boquita. Os meninos contam que a marca registrada deles no palco é a alegria: "A gente tenta estar sempre de alto astral, pois acreditamos que o público não se anima com uma banda parada. Todas as nossas apresentações são pura diversão", conta o baixista Matheus. Apesar da personalidade até parecida - todos são brincalhões e estão sempre sorrindo - os garotos tem gostos musicais diferentes. Enquanto um gosta de rock and roll, outro gosta de reggaeton, outro gosta de pagode, outro de brega. Mas juntos, se esforçam para estudar o forró e se aperfeiçoar musicalmente. Sobre a constante busca da profisisionalização e melhora, Bebeto, o baterista, comenta: "Existe o preconceito com o forró, as pessoas acham que é fácil, mas não é. Existem músicos de outros estilos que não conseguem fazer o que os grandes forrozeiros fazem".

Também em comum eles mantém a admiração por Ramon Schnayder, que é para todos uma referência musical. O vocalista João Victor pontua que o show do cantor paraibano é bem parecido com o da Boquita, e eles sempre que podem, tentam assistir não só para se divertir, mas para de fato, aprender. Outros grandes nomes como Weslley Safadão e Gabriel Diniz também servem de inspiração para os rapazes. Recentemente o grupo completou seu primeiro ano de carreira com festão que teve ingressos esgotados - para eles, foi um momento único e emocionante, tendo em vista que aquilo é fruto do trabalho de todos juntos. Eles comentam também que tem a prática de se reunirem antes e depois dos shows para rezar, pedir luz e agradecer pela oportunidade. Pelo Recife, eles tocam em festas particulares e em todas as casas de shows.
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Donos de bordões como "Puxa minha banda" e "Swing do Gordão", a Banda Boquita está se preparando para lançar o primeiro promocional, que vai vir acompanhado de duas novas músicas inéditas e autorais - para completar o time que já começa com "Melhor Assim", tocada em todo show -  e de grande festa de lançamento. Além de viajar para o sul do país até o final do ano, os meninos também pretendem viajar mais para fora de Recife, cidades do interior do Estado e também por todo o Nordeste, já que o forró tem uma boa aceitação na região e eles querem crescer ainda mais. E é isso que a coluna deseja para os meninos: crescimento e sucesso! O trabalho da banda pode ser acompanhado pelo perfil deles no Facebook e no Instagram. Confira a galeria de imagens feita com os meninos da Banda Boquita por Paulo Uchôa, do LeiaJá Imagens:

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Sobe o Som: Helton Lima

Luíza Tiné sex, 12/06/2015 - 19:10

O nome dele? Helton Roberto Lima e Silva. Idade? 29 anos. Profissão? Músico. Desde quando? Como diz o velho ditado, desde "que se entende por gente". Helton Lima, como é conhecido  na cena musical de Pernambuco, começou a aventura musical aos 14 anos e hoje em dia, seguindo carreira solo após ter passado por várias bandas, com dois CDs e um DVD gravado, deixou o emprego em uma loja de artigos personalizados para festa para se dedicar 100% a carreira artística. Desde as casas de show do Recife até as cidades do interior do Estado, o rapaz vai ficando com a agenda lotada e levando para o público além de uma boa mistura de forró, sertanejo e arrocha, muito carisma.
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Helton Lima se interessou pela música aos 14 anos quando ganhou do pai o primeiro instrumento, um cavaquinho, que aprendeu a tocar só, depois se dedicou ao violão e percebeu que tinha em si o dom não só de tocar, mas também de cantar e compor. Aos 15 anos, o jovem já estava se apresentando profissionalmente pela noite do Recife e não parou mais. Como a maioria dos artistas, Helton não começou sozinho. O cantor passou por bandas de samba e pagode bem conhecidas na cidade, como o Bloco do Samba - quem não lembra do refrão "ai, mainha, painho quer tu..."? - onde ficou por cinco anos tocando violão e considera um dos seus maiores aprendizados, e também Padang, por mais outros três anos.
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A oportunidade de fazer carreira solo veio enquanto ainda fazia parte da Padang, em 2011, quando foi convidado para se apresentar sozinho nas quintas-feiras do restaurante Porto do Mar, no bairro do Rosarinho. "Foi um desafio muito grande porque eu nunca tinha feito nada só, sempre estava fazendo parte de uma banda. Mas eu aceitei e acabou que deu certo", comenta. E deu certo mesmo. Em 2012 ele resolveu assumir o palco sozinho, e lembra do primeiro show oficial: "Foi no dia 20 de abril de 2012, na cidade de João Alfredo, interior de Pernambuco. Memorável!"
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Assim que começou o projeto, Helton Lima já gravou logo o primeiro CD e de cara, já vieram quatro músicas autorais no repertório. A segunda bolacha veio em seguida, e logo após, veio o primeiro DVD, gravado em agosto de 2014 no Casa Grande Bar, com 10 composições próprias, que para ele foi a realização de um sonho. "Graças ao DVD minha carreira alavancou. Por causa deste trabalho, tive mais visibilidade", ele conta. Os planos para a gravação de um novo disco já estão sendo traçados - a ideia é que ainda em agosto deste ano seja feito o lançamento. Enquanto isso, nas rádios, o público já pode ouvir a música Tô Bebendo, também de autoria própria.
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Helton Lima nos conta que o seu show é cheio de interação com o público, aspecto que ele considera fundamental para um artista. Além das suas músicas, como a Pega Ela, que segundo ele não pode faltar em nenhuma apresentação, ele faz releituras de canções de Wesley Safadão, Henrique&Juliano, Gabriel Diniz, e tudo no universo do forró e sertanejo que seja atual. "Escolho o repertório dos shows de acordo com a vontade da galera, muita gente me dá sugestões de músicas nas redes sociais e até no próprio show, anotam no celular e me mostram no palco, e assim a gente vai montando um setlist que agrada bastante" ressalta.
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Apesar de tocar sertanejo, forró e arrocha no palco, o artista confessa que é apaixonado por música internacional. Fã de artistas como Bruno Mars e Justin Timberlake, Helton conta que costuam observar bastante como eles se portam, se vestem, e isso acaba inspirando-o para suas performances. Acompanhado de uma banda composta por violão, sanfona, teclado, bateria, percussão e baixo, Helton Lima faz shows de quinta a domingo em várias casas espalhadas pela cidade. O seu trabalho pode ser acompanhado também através do perfil no Instagram (@heltonlimaoficial), Snapchat (heltonlimahl), Facebook, SoundCloud, Palco MP3, YouTube e Sua Música. Confira no player a seguir o áudio da canção Tô Bebendo e o ensaio fotográfico com o artista no Parque Dona Lindu com Paulo Uchôa, do LeiaJáImagens.

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Sobe o Som: Royal

Luíza Tiné sex, 22/05/2015 - 18:20

Raul Pessoa de Queiroz, 19 anos, estudante de Administração. Geraldo (ou Tinho, como é conhecido) Pimentel, também 19 anos, estudante de Direito. Quem são eles? A dupla de DJs Royal, nome que vem ficando cada dia mais famoso nas festas de música eletrônica e casas noturnas do Recife. Raul trabalha na área de importação e exportação, Tinho trabalha no ramo hoteleiro, mas em comum, os dois tem a paixão pelas picapes e pelo som do 'tuntz-tuntz' e resolveram se unir ainda na época do colégio. Os dois se conheceram em uma festa de 15 anos, e Raul, que na época já discotecava para os amigos e familiares, acabou convencendo o novo amigo, Tinho, a iniciar o projeto que foi batizado de Royal. De onde veio o nome? Gíria de adolescente! Em tempos de escola, o ditado que isso ou aquilo era "real" predominava as rodinhas de conversa, e se encaixou para a música deles, com algumas modificações, se transformando na nomenclatura que hoje eles assinam.
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A dupla se apresentou oficialmente pela primeira vez no dia 27 de abril de 2013, em uma festa do colégio de Raul, no Clube Líbano. Desde lá não pararam e buscam cada dia se profissionalizar ainda mais. "Por enquanto ainda é um hobby, ainda somos jovens e precisamos estudar, trabalhar, mas queremos levar isso profissionalmente nas nossas vidas. Nosso sonho é que a gente leve a nossa música para o Brasil inteiro" comenta Raul. Quando perguntados sobre qual é o estilo que a Royal tem, eles confessam que nos seus sets, o que predomina é o house music e o progressive house, mas que tudo depende do público e do evento. Tinho explica: "às vezes nós tocamos às 23h, às vezes às 4h, então tudo depende da energia que o público e do tipo do evento, mas sempre tems algo bacana preparado".
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Ainda que com pouco tempo de carreira, os meninos da Royal comemoram o fato de que já estão indo tocar pela terceira vez em Jurerê Internacional, Santa Catarina, um dos lugares no Brasil onde a música eletrônica tem grande relevância. Trata-se da Oxygen Party Weekend, organizada por produtores de Recife, que abriram espaço para a dupla após terem conhecido a música deles através de um material enviado por um primo de Raul. Sucesso. Se apresentaram em dezembro de 2014, no último mês de março e no próximo mês de julho, já embarcam novamente. Além do Sul do país, Raul e Tinho já tocaram em Pipa e Natal, no Rio Grande do Norte, João Pessoa, na Paraíba, e até o fim deste ano, já tem datas fechadas tanto em Pernambuco como em outros estados como a Bahia.
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A rotina dos dois consegue ser um tanto quanto complicada. Concilar vida pessoal, trabalho, faculdade com a música não é fácil, mas quando se tem paixão pelo que se faz, tudo acaba sendo mais fácil. A dupla se reúne periodicamente na casa de Raul, onde existe um pequeno estúdio no qual eles trocam suas ideias e fazem as suas criações. As reuniões com produtores de evento também são constantes na agenda dos meninos e por sinal, eles destacam o apoio da DeLux, produtora comandada por Thiago Wellk, como uma das maiores incentivadoras das sua carreira. Por sinal, no próximo dia 30 de maio, quando a DeLux comemora seu 4º aniversário com festa no Hotel Dorisol, a Royal é atração confirmadíssima. A parceria entre a dupla e a produtora permanece, já que Wellk também é empresário dos meninos.
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E nem só de batidas e remixes vive a audição de uma dupla de DJs! Raul e Tinho tem gostos musicais completamente diferentes. Um escuta reggae e hip hop, outro escuta sertanejo e pagode. A e-music, de fato, é o denominador comum entre os dois. Eles citam grandes DJs como Hardwell, Armin Van Buuren, Tiesto e Martin Garrix como suas maiores influências. Eles, inclusive, vêem que o público de Recife tem aceitado o estilo cada vez mais. Recentemente, a dupla lançou um novo set no seu perfil no SoundlCloud, batizado de Summer Feelings. Na rede social, inclusive, está todo o conteúdo musical da dupla, que conta que em breve, vai apresentar para o público mais criações autorais e novidades. Ficamos no aguardo então! A coluna deseja cada dia mais sucesso para a Royal, e quem quiser acompanhar o trabalho deles, basta seguí-los no Facebook e Instagram, no perfil @WeAreRoyalMusic. Fique agora com o ensaio fotográfico feito com os meninos por Paulo Uchôa, do LeiaJáImagens.

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Sobe o Som: Citrus Clube

Luíza Tiné sex, 06/03/2015 - 19:12

Alguém aqui já imaginou uma diversidade de ritmos, indo desde Caetano Veloso até Charlie Brown Júnior, de O Rappa até Backstreet Boys, ou d'Os Raimundos até Sandy&Júnior, tudo transformado em samba? Parece sim, inusitado, mas é isso que os meninos da Citrus Clube vem fazendo desde 2012 e tem dado bastante certo na cidade. Formado por Chico (vocal), Pedro (pandeiro), Maurício (cavaquinho), Thales (percussão) e Fábio (baixo), que além de músicos também são estudantes, administradores de empresas e produtores, o grupo começou de forma despretensiosa, mas hoje em dia já tem um CD gravado - Tudo Vira Samba - a e agenda de shows parece ficar cada dia mais lotada. A proposta inovadora da banda só vem a acrescentar à cena musical recifense e pernambucana, tendo em vista que eles são pioneiros nesta onda de fazer samba em meio a tanto sertanejo universitário, brega e forró, bem típicos nas casas de shows de festinhas do Recife.
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A ideia inicial não era nem começar, de fato, uma banda. Os meninos se reuniram para curtir um dia de domingo no antigo restaurante Manauê, em Casa Forte, e lá mesmo resolveram se juntar pra fazer um som, tomar uma cerveja, transformar suas músicas preferidas e que marcaram épocas em samba, já que todos já haviam tocado em bandas de estilos diferentes anteriormente e o samba era o denominador comum entre todos. "De lá a gente saiu com uma lista de pelo menos cem músicas pra dar uma nova roupagem e aí nos reunimos na minha casa, foi quando tudo começou a tomar forma" conta Chico. E então a brincadeira começou. As reuniões no jardim da casa de Chico começaram a atrair cada vez mais pessoas, até que o quinteto resolveu fazer uma coisa mais organizada para tocar no aniversário de um dos integrantes e então, veio a sorte grande. Um dos convidados da festa era produtor musical e de eventos, que perguntou o por quê de os meninos não levaram aquilo à sério. A novidade também acabou chegando aos ouvidos de outros produtores e a Citrus Clube acabou fazendo o primeiro show no Samba do Futuro em novembro de 2012. E a ideia de continuar fazendo o que eles faziam na casa de Chico não mudou: no palco, eles montavam uma rodinha com mesa, cerveja, e amigos ao redor, se divertindo - o que acabou se tornando o diferencial do grupo principalmente pelo estilo despojado e interação com a plateia. Daí foram surgindo as oportunidades maiores, como a abertura de shows de artistas como Péricles e Sambô e a divisão do mesmo palco com o grupo Revelação.
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O nome da banda, que surgiu depois que o grupo foi criado, é uma curiosidade para muita gente e esconde uma história engraçada por trás. Por já viverem no meio de bandas, tocando com outros ritmos, os meninos e seus amigos observavam que existiam músicas-chave que toda vez que tocava, fazia o público suspirar, e daí foi criada a expressão "Isso é citrus", pois caía logo no gosto do público, principalmente feminino. Então, o nome veio, já que os rapazes queriam tocar músicas que fossem cítricas, e tivessem uma boa aceitação da plateia. Quem vai ao show da Citrus Clube de fato, será surpreendido com um repertório inusitado de músicas que jamais imaginaria que poderiam ser transformadas em samba. "A nossa ideia sempre foi selecionar canções que marcaram épocas e trazê-las para esse ritmo que todo mundo gosta" relata Fábio, que também deixa claro que o que eles fazem não é pagode e muito menos um cover do grupo paulista Sambô. A Citrus Clube tem a cara deles, que por estarem todos na casa dos 20 e poucos anos, fazem umas brincadeiras bem legais com músicas de artistas consagrados nos anos 1990. O set list, no entanto, não deixa de lado os hits de bandas contemporâneas como O Rappa, Skank, Los Hermanos e Saulo Fernandes, que por sinal, é eleito por unanimidade por todos integrantes quando a pergunta é sobre quem é a maior influência musical do grupo. O estilo de música criado pela Citrus Clube, apesar de ainda ser desafiador na cidade do Recfe, tem tido respaldo positivo. O pandeirista Pedro afirma: "É difícil uma banda segurar um show do começo até o fim tocando somente samba sem migrar para outras vertentes como o sertanejo, que está em alta no país inteiro. E nós conseguimos isso, nós conseguimos fazer o show com 100% de samba e manter o público animado". E Chico completa: "É um swing que todo mundo pode dançar". Outros grupos, inclusive, tem até feito algumas das suas invenções, como os pot-pourris, em seus shows, e DJs tem tocado o seu CD. "A gente vê isso de forma positiva porque comprova que o que a gente está fazendo está dando certo" dispara Fábio.
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A agenda de shows do fim de semana, que se dividem entre as boates da cidade, municípios ao redor e eventos particulares, é conciliada com a vida profissional de cada um, além da banda. Os planos para 2015 da Citrus Clube são de expandir o seu som para as fronteiras além de Pernambuco. A banda já se apresentou em locais como Fortaleza, Fernando de Noronha, Natal, João Pessoa, São Paulo e teve um impacto positivo, por isso, pretendem que este ano seja de novas oportunidades em outros lugares. A coluna então, deseja vôos cada vez mais altos para os meninos e que mais novidades, transformadas em samba, sejam apresentadas para o público em breve! Enquanto isso, quem quiser escutar o disco, só acessar o SoundCloud da banda e por agora, conferir o ensaio fotográfico feito com a Citrus Clube por Paulo Uchôa, do LeiaJá Imagens.

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Sobe o som: DJ José Pinteiro

Luíza Tiné sex, 30/01/2015 - 16:50

Nome novo e de cada vez mais destaque na cena da música eletrônica pernambucana, e por que não, brasileira, na casa dos vinte e poucos anos, José Pinteiro toma conta de uma indústria familiar, produz eventos e ainda arruma tempo para a carreira de DJ. Sem falar que é fã de esportes, gosta de andar de skate, fazer snowboarding, ir à praia, andar de bermuda e camiseta, viver seu lado muleque. E faz tudo isso com um sorriso no rosto. Como? É isso que vamos descobrir agora! Fã declarado de música em diversas vertentes e estilos, aos 14 anos, José Pinteiro comprou o seu primeiro equipamento, um CDJ 200, e foi aí que a aventura no caminho do 'tuntz-tuntz' começou. Do material feito para iniciantes, migrou para tocar em aniversários de amigos, festas produzidas por ele e atualmente, já passou por lugares como Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Pipa e Maceió, fazendo sucesso e cativando o público com a sua simpatia.
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Não existe fórmula para explicar como José Pinteiro se tornou DJ. Sim, ele fez pesquisas na internet e cursos, buscou (e ainda busca!) se profissionalizar na área, mas o rapaz garante que a melhor forma de aprender é na prática, onde se evolui a audição e se familiariza com todos aqueles botões dos potentes equipamentos de som. O trabalho de produtor de eventos, que surgiu devido à amizade com Victor Carvalheira, foi a peça chave para que ele desse o pontapé inicial. "Sempre procurei trocar ideias e observar os DJs que a gente trazia para as nossas festas, e isto foi me inspirando" comenta. Por conta das diversas festinhas que já animou no Recife, seu nome se espalhou pelos estados vizinhos fazendo com que o seu som cruzasse as fronteiras além de Pernambuco. Em pouco tempo de carreira na música eletrônica, José já tocou em eventos de grande porte como o Festival de Verão de Salvador em 2015, que por sinal, lhe rendeu outros frutos no estado baiano, já que o moço vai se apresentar novamente lá por dois dias em camarote durante o Carnaval.
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Mas nem só de música eletrônica vive José Pinteiro. Ao lado do pai, de quem herdou o nome, ele comanda o estaleiro Ecomariner, fábrica de lanchas de renome no Estado. E é isso que ele faz durante a semana, cumprindo horário e uma rotina atarefada como todo trabalhador, desde os 16 anos de idade, quando voltou do intercâmbio no Canadá e se formou em Administração de Empresas. Final de semana então, é o onde o jovem dedica tempo para a carreira de produtor DJ, que por sinal, é mais do que uma profissão, sendo para ele uma das coisas que mais lhe diverte. José Pinteiro segue a linha de DJs que não só tentam inovar os sets, fazendo mixagens inusitadas de músicas que estão fazendo sucesso, mas também tenta interagir ao máximo com a plateia, de forma com que todos sintam a sua energia e aproveitem a apresentação do começo até o fim. Ele afirma: "Acredito que um DJ precisa ser igual aos cantores, que dançam, conversam, mostram que estão curtindo a festa da mesma forma que o público; se eles sentem que você está se divertindo, então, eles vão se divertir também".
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Atualmente, José Pinteiro vem se apresentando com o também DJ pernambucano Bruno V, em uma parceria batizada de Duo Pro, que promete trazer muitas novidades para 2015. A primeira apresentação da dupla foi no festival Skol Summer On, neste mês de janeiro em Porto de Galinhas, e em seguida no show do top DJ David Guetta, onde cerca de 30 mil pessoas compareceram a área externa do Centro de Convenções de Pernambuco. Esta, por sinal, foi a festa mais lotada que José Pinteiro discotecou. Na sua opinião, o público recifense está aceitando cada vez mais a música eletrônica e comparecendo às festas exclusivas do ritmo, o que ele vê como um fator extremamente positivo. Ele inclusive, pontua que ser DJ não é somente colocar um pendrive e um fone de ouvido, que existe muito trabalho, pesquisa e preparação por trás de tudo isso e é justamente isso que ele busca. No seu mp3 player, pode-se se encontrar vários estilos musicais, desde axé, passando pelo sertanejo, reggae e tudo o mais, já que ele mesmo se define como uma pessoa eclética.
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O estilo predominante nas suas apresentações, no entanto, é o progressive house. Porém, sets de tech, deep e demais estilos não ficam de fora, uma vez que ele tenta fazer de tudo um pouco, indo de acordo com a energia do público. José Pinteiro tem uma lista ve vários DJs que o inspiram, mas cita Hardwell, Eric Prydz (Pryda), Roger Sanchez como grandes nomes, além de ter muito respeito por David Guetta. É, o jovem leva uma vida corrida, mas quem é que gosta de ficar parado? Com a chegada do carnaval, a agenda vai ficar cheia, e logo após a folia de momo, José Pinteiro vai tirar uma temporada de férias e quando voltar, promete trazer novidades sobe o seu som e o seu projeto junto com Bruno V para o púlico recifense. Para ouvir um pouco do seu som, basta acessar a sua página no SoundCloud. Enquanto isso, confira o ensaio fotográfico feito por Paulo Uchôa, do LeiaJáImagens:

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Sobe o Som: Brega a La Carte

Luíza Tiné sex, 05/12/2014 - 19:53

A história do Brega a La Carte começou há dois anos atrás. A formação era outra, o nome da banda também. Hoje, a poucos dias do início de 2015, totalmente repaginados, o grupo vem se consolidando cada vez mais na cena musical pernambucana. Liderada por Rodrigo Queiroz e Lalluna Brandão, Brega a La Carte traz uma proposta de manter o brega vivo nas noitadas do Recife, adeptos de um estilo, intitulados por eles, de brega-chique. Os shows vem tomando conta das boates, confraternizações, formatura, aniversários e casamentos e animando a turma jovem da cidade.
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Rodrigo Queiroz, vocalista e compositor, recém integrado ao grupo, por sinal, traz consigo uma grande bagagem musical. O moço já segue a carreira na música há 15 anos, onde estudou na Itália por seis, passou por bandas dos estados de Pernambuco - como Os Matutos, conhecida por inovar o ritmo do forró com violino - e Bahia e estava seguindo carreira solo até surgir o convite para se juntar ao Brega a La Carte, que aceitou sem titubear. Já Lalluna Brandão, que paralelo à banda, é estudante de Medicina, descobriu o dom para o canto ainda na sua época de colégio, e desde então, nunca parou.
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Além da dupla, outros cinco músicos, responsáveis por guitarra, bateria, teclado, baixo e percussão, e uma equipe técnica que atua no backstage e mesa de som, completam o time. O repertório dos shows varia entre todas as vertentes do brega: eles procuram garimpar o que está em alta nas rádios nos diferentes estilos musicais e adaptar ao ritmo da banda, acrescentando também releituras de grandes clássicos e arrochas atuais, que não podem faltar. A ideia sempre é ir de acordo com o público quer para que todo mundo fique satisfeito. Composições autorais não ficam de fora, como o hit Não Quero Outro Você, e inclusive, com a entrada de Rodrigo Queiroz, que já tem mais de 40 canções escritas, a proposta é agregar valores e investir num setlist com a assinatura deles.
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A banda já tem um CD gravado com a formação antiga, mas a grande novidade para 2015 é que um novo disco e também um DVD estão a caminho. No momento, a fase é de pré-produção, mas, mantendo o clima de suspense e sem dar muitos detalhes, Lalluna e Rodrigo garantem que tem coisa nova e muito boa vindo por aí pra surpreender o público. Estamos aguardando então! Enquanto isso, fique com o ensaio feito com Brega a La Carte na Rua da Aurora por Paulo Uchôa, do LeiaJá Imagens.

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Sobe o Som: Pecinho Amorim

Luíza Tiné sex, 28/11/2014 - 17:14

O nome dele é Petrus Santiago Amorim. Mas foi sob o apelido de Pecinho que o jovem de 24 anos ficou conhecido na cena musical e artística pernambucana, assim como na vida pessoal. A paixão pela música, leia-se forró-pé-de-serra, vem de berço, está no sangue: Pecinho é filho do grande músico e poeta pernambucano Petrúcio Amorim, que por sinal, é um dos seus maiores espelhos e inspirações para a sua carreira. Tudo começou quando ele tinha apenas 15 anos e fez a sua primeira composição, Painho, dedicada ao pai. Foi a partir daí que ele percebeu que tinha nascido pra isso. Hoje, já se prepara para lançar o terceiro CD.
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Antes mesmo de escrever a primeira música, Pecinho já era conhecido por escrever poesias e aos 14 anos, já começou a acompanhá-lo nos palcos, como backing-vocal. Acontece que Petrúcio sempre achava uma horinha para chamar o filho para dar uma canja, fazendo então, com que ele caísse nas graças do público desde cedo. E então, a identificação com o universo musical foi surgindo. Pecinho conta que o pai é o maior incentivador e disseminador da sua carreira. Em 2009. o jovem gravou o primeiro disco, intitulado Só de Olhar Pra Você, que abriu as portas para as apresentações no São João de Pernambuco. O segundo veio em 2011, Forró, Fogueira e Melodia
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Pecinho Amorim define o seu estilo como um forró pé-de-serra atual, que busca mixar coisas modernas e outros ritmos de sua apreciação, mas sem perder a raiz original. Ele conta que não pretende mudar, pois o forró tá no sangue, na veia. "É difícil tocar o ritmo pé-de-serra fora do São João, mas, não vou deixar isso me abater. Não vou me vender para outro estilo, vou continuar na minha essência, sem fugir da linha daquilo que eu cresci porque é isso que eu sei fazer" comenta. Apesar da sua figura ainda ser bastante atrelada ao pai, pelo fato dele ter uma marca mais fote e consolidada no Brasil inteiro, Pecinho afirma que já vem construindo sua identidade própria, principalmente porque tem investido cada vez mais na sua carreira solo. Quanto a pergunta é relacionada às suas maiores influências musicais, a resposta é curta e direta, sem titubear: "meu pai, com certeza!", dispara. Porém, o cantor afirma que tem nomes como Dorgival Dantas, Acioly Neto, Maciel Melo e principalmente Dominguinhos como grandes espelhos, além da banda Falamansa, a qual Pecinho sonha um dia dividir o palco. O grupo, por sinal, gravou a música Confidências, de autoria de Petrúcio Amorim.
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Paralelo à música, o jovem artista chegou a cursar Publicidade e Propaganda e a trabalhar na administração turística da ilha de Fernando de Noronha, além de se dedicar à banda Ciranda de Maluco, quando decidiu que o que queria fazer mesmo era ser músico. Atualmente, além de exercer a função de produtor executivo de palco de Petrúcio Amorim, se dedica 100% a sua música. Nos planos futuros, porém, ainda se encaixam uma volta à faculdade e de repente, a criação da sua própria agência para a produção de jingles. Mas, por enquanto, o foco tem sido a música e já o São João 2015. O terceiro disco, ainda sem nome, deve ser lançado entre março e abril de 2015, logo após o carnaval. O repertório do CD vai estar repleto de composições feitas por ele e pelo pai, em um total de dez faixas, onde ele afirma estar bem a sua cara, com o seu jeito de compor, de cantar, com o seu jeito de fazer forró, que foi se construindo ao longo dos últimos anos. Ficamos no aguardo, então, desta novidade! Enquanto isso, fique com o ensaio fotográfico feito com Pecinho por Paulo Uchôa, do LeiaJá Imagens.

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Sobe o som: Expresso Folia

Luíza Tiné sex, 10/10/2014 - 14:18

Quem foi que disse que axé só faz sucesso na Bahia? O gênero musical tem ganhado cada vez mais espaço na cena pernambucana e quem pode provar isso é Rafael Coutinho e sua Expresso Folia. A banda, que começou como uma brincadeira na tradicional viagem para Porto Seguro, feita por alunos dos colégios do Recife, já soma mais de dez anos de estrada. Após a farra pelo litoral baiano, Rafael resolveu inscrever o grupo em um festival de bandas do Colégio Salesiano, onde estudava, e desde então, não parou. Começou tocando nas quadras da instituição e então migrou para festas particulares de aniversários e casamentos e casas de shows espalhadas por todo o Recife.
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Formado em Publicidade, o líder da banda conseguiu conciliar a carreira na área de comunicação social com a música até o final de 2011, quando resolveu assumir a Expresso Folia como única ocupação, já que o grupo começou a se inserir cada vez mais na cena musica pernambucana e a demanda de shows começou a aumentar. Hoje em dia, fazendo cerca de quatro a seis shows por semana - e até mais, dependendo do momento ou da época do ano -, Rafael conta com uma equipe de músicos contratados, empresários e assessoria de imprensa. Com agenda sempre cheia, ele tenta conciliar os ensaios, compromissos extra-palco e pessoais com as diversas apresentações. No entanto, quando o assunto é carreira solo, Rafael afirma que por estar em um ótimo momento como grupo, ainda não pretende seguir por este caminho.
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A banda já tem cinco discos gravados, o último, lançado a pouco tempo na boate Pink Elephant, foi batizado de "Axé com Tudo", que segundo Coutinho, descreve exatamente o que a Expresso Folia apresenta nos seus shows. O repertório é composto por covers dos mais tradicionais grupos baianos como Asa de Águia aos hits mais atuais solicitados pelo público, indo desde Pablo do Arrocha até Calvin Harris, em ritmo de axé. "Procuramos ir de acordo com a plateia, vamos sentindo o que a galera quer e então, vamos tocando, literalmente, de tudo" comenta o cantor. 
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Composições autorais também não ficam de fora. Cerca de sete faixas já estão gravadas, como "Eu Me Amo", música de trabalho atual que já está sendo apresentada nos shows. Há mais de um ano, o grupo se apresenta num projeto fixo aos domingos, no Herculano Bar e Comedoria, em Boa viagem, e garantem que cada semana é um show diferente. As novidades, no entanto, prometem chegar em breve, como o lançamento de um videoclipe gravado em Nova Iorque, durante evento realizado pela Sevag Turismo em julho deste ano. A conferir! Enquanto isso, confira o ensaio feito com Rafael Coutinho no Underground, na orla de Boa Viagem, por Paulo Uchôa do LeiaJá Imagens.

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Sobe o som: Victor Santos

Thayanne Sales seg, 08/09/2014 - 13:31

Neto do compositor J. Michiles, filho de Louro Santos, e sobrinho do músico César Michiles Junior; inspirações não faltaram para Victor Santos iniciar carreira musical. Aos 17 anos, o cantor está em ótima fase, dando início ao projeto individual. Victor cantou por sete anos ao lado do pai, Louro Santos, e há um ano assume sozinho o palco. E, apesar da pouca idade, experiência não falta ao menino. Ele já participou oito vezes no Programa da Eliana, cantou no Faustão e em Fátima Bernardes. Música própria, outras composições em inglês, de todo jeito. "O tempo que passei com meu pai me ensinou a dominar o público, essas coisas. A carreira solo aconteceu de forma muito natural", garante ele. 
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Acompanhado por uma legião de fãs - maioria mulheres - onde passa, Victor conta que se sente muito feliz com o carinho do público. Os rapazes também admiram o trabalho do jovem artista e, principalmente, seu estilo de cabelo e roupas. As músicas - algumas compostas por ele - causam identificação direta com o público adolescente, mas também adulto. Cada vez mais seguro do que quer fazer no meio artístico, Victor Santos define sua música hoje como 'sertanejo romântico'. O repertório do show passeia por várias canções desse estilo, mas tem também um pouco de forró e até pop.
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Para marcar a nova fase solo, Victor Santos está gravando um CD com composições suas, sucessos como 'Retratos' (música que o lançou ao lado do pai) e 'Tenho medo'. O clipe desta última música, inclusive, já tem mais de 2 milhões de visualizações no Youtube. O lançamento da bolacha deve acontecer ainda neste semestre, paralelo aos planos do primeiro DVD individual do cantor. Um novo clipe de Victor também deve ir ao ar em breve. A coluna deseja sorte ao artista! Confira, abaixo, um perfil rápido de Victor Santos.

Perfil

Perfume: 1 Million, Paco Rabanne

Música favorita: When I was your men, Bruno Mars

ídolo: Meu Pai

Referência Musical: Meu Pai e Michael Jackson

Comida: Sushi

Lugar: Praia

Lazer: Estar com a família

Futuro: Fazer shows por todo Brasil

O que uma mulher precisa para conquistá-lo: Gostar de mim pelo o que eu sou

Mulher bonita: Isis Valverde (gosto das morenas! rs)

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