Sobe o som: Romero Ferro

Thayanne Sales 13/06/2014 - 14:56

Nome: Romero Brito Cavalcanti. Idade: 23 anos. Profissão: cantor. Com a maturidade do segundo tópico, o primeiro teve que mudar para o terceiro acontecer. Traduzindo: foi na virada dos 22 para os 23 anos, em julho de 2013, que Romero Brito teve que mudar o nome para Romero Ferro (sobrenome de sua mãe) para poder iniciar oficialmente sua carreira na música e ser reconhecido pelas pessoas. Melhor coisa que este jovem cantor pernambucano fez. Foi a partir daí que as coisas começaram a acontecer de verdade. Antes disso, Romero Brito era confundido com o pintor pernambucano quase homônimo, salvo pela ausência de um 'T', o que atrapalhava a definição de seu próprio espaço na cena artística. Uma troca de nomes e ele viu o sonho dar certo.
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Carismático que só ele (para não dizer fofo mesmo, sabe?), Romero começou a cantar desde cedo. Não lembra nem a idade. Era muito pequeno mesmo. Se apresentava em festinhas de família e brincadeiras montadas pelos pais. Mais velho, estudou administração, mas desistiu em 2012 para fazer seus primeiros shows e se dedicar mais à música, o que sempre amou fazer. Em 2013, focado no que queria para a vida, ser cantor, Romero, que adora poesia, juntou alguns trabalhos seus e, com ajuda da Rabixco Produções, lançou o EP Sangue o Som, no Teatro Eva Herz, no RioMar. Foi sucesso! As músicas do rapaz - que fazem a linha pop conceitual, com letras românticas, mas que proporcionam reflexão e trazem mensagens - logo encantaram o público. É daquelas faixas que você não consegue ouvir uma vez só e quer logo aprender a cantar. Se fosse para definir, eu diria que a música fala com e para o coração.
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E falar com o coração deve ser mesmo a intenção de Romero Ferro. Ele diz que suas músicas são trabalhadas, com melodia e refrões bem articulados, têm linguagem rebuscada. O artista estuda produção fonográfica e faz aulas de canto e outros intrumentos no Conservatório Pernambucano de Música, onde conversamos com ele. Além de violão, lá, Romero se dedica ao aprendizado de ukulele (pequeno violão de 3/4 cordas) e escaleta (teclado de sopro). Quer se aprimorar ainda mais, ser um artista plural. Ser não, né? Ele já é. Fora voz e violão, no palco, Romero opera também como ator em outras ocasiões. 
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Daqui para frente, os planos do jovem cantor são muitos. Fã de Cazuza, uma de suas maiores inspirações, Ferro vai continuar com o tributo ao 'exagerado', como já tem feito em casas de festas da cidade. Ainda este ano, o cantor vai lançar seu primeiro álbum de verdade, completo, e o show Sangue e Som, possivelmente, vai ganhar outras cidades além de Recife. A gente também pode esperar novidades de Romero em seu Canal no Youtube. Um novo clipe ainda do primeiro EP deve ser lançado em breve. O Hall vai acompanhar tudo para contar mais sobre essa revelação da música local para vocês.  E a Ferro, desejamos sorte e sucesso no caminho!

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